Na Igreja de Santa Justa, a OCC apresenta-se num momento integrado no Ciclo de Concertos da Justiça, intitulado “In Memorian Vítimas da pandemia COVID-19”.

“Fazemo-lo com profundo respeito e em memória de todos os que sofrem ou sofreram e já não cá estão e por quem sofreu com a partida de quem cá não está. É uma situação triste que nos toca a todos, aqui, no país e no mundo. Vamos interpretar esta obra que tantas vezes se toca na época da Páscoa, em homenagem às vítimas”, explicou à agência Lusa a presidente da direção da OCC.

Interpretado ao vivo sem público - “com parecer favorável das autoridades de saúde”, frisa Emília Martins -, o “Requiem” será transmitido pela internet e será a primeira atuação do ano da orquestra, que está com “grande alegria” por poder voltar a juntar-se.

“Há uma grande ansiedade e vontade de voltar, isso é muito claro”, revela a responsável, garantindo que entre os 32 músicos reina “um espírito de muito respeito” pelas condicionantes impostas.

Segundo a presidente da OCC, há “grande respeito” entre toda a orquestra pelas normas de segurança para que “todos possam o mais depressa possível estar juntos e realizar mais concertos com regularidade”.

Com a OCC, apresenta-se o coro Coimbra Vocal e Paulo Ferreira (tenor), Tiago Matos (barítono), Patrícia Quinta (mezzo soprano) e Leonor Oliveira (soprano), com direção de Cláudio Ferreira.

O “Requiem” de Mozart será transmitido a partir das 19h00 de 2 de abril através do site www.justicatv.com, numa iniciativa do Tribunal da Relação de Coimbra.

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