Na emissão desta semana de "Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer" ("Governo Sombra"), Ricardo Araújo Pereira, Pedro Mexia, João Miguel Tavares e Carlos Vaz Marques, que modera o programa, analisaram as eleições autárquicas.

O programa arrancou à meia-noite, já no dia de reflexão - este sábado, dia 25 de setembro, os órgãos de comunicação social não se podem abordar temas políticos.

"Acontece que um dos assuntos da semana há de ser o facto de estarmos à beira de eleições e isso fará parte do menu do programa", explicou Carlos Vaz Marques ao Expresso.

Ao Expresso,  o porta voz da Comissão Nacional de Eleições (CNE), João Tiago Machado, frisou que o que é "recomendado é que haja o cumprimento da lei". Questionado se a CNE planeia agir sobre programas de debate, João Tiago Machado frisa: "Se violarem o que está na lei, temos o dever de o fazer".

Ao jornal, Ricardo Costa, diretor-geral de informação do grupo Impresa (que detém a SIC e o Expresso), frisou que a emissão teve "luz verde".

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