Estreada há um ano, no palco da Culturgest, em Lisboa, a peça, com texto de Mickael Carreira e uma linguagem clínica precisa, é composta de "pormenores misteriosos e eróticos", à semelhança da obra que Sofia Coppola adaptou para cinema, em 1999, e da novela do dramaturgo alemão, que também escreveu "O Despertar da Primavera".

Interpretada por Luísa Cruz, Vera Mantero, Mariana Tengner Barros e jovens ginastas, o espetáculo retrata a educação de um grupo de raparigas adolescentes, dedicadas à educação física, ao teatro e à dança. As raparigas vivem num aparente ambiente idílico, embora enclausuradas numa vida rotineira e rígida. Há, porém, algo de inquietante entre as paredes do lugar que habitam. Além do isolamento absoluto, desconectadas do resto do mundo, a sua submissão a uma disciplina física severa desperta em cada uma um estado de exceção e desejos violentos de aniquilação.

“Virgens Suicidas” tem música de Caterina Barbieri, desenho de luz de Rui Monteiro, desenho de som de João Neves e figurinos de Carolina Queirós Machado.

O espetáculo pode ser visto em colaboração com a RTP Palco, através da página da Culturgest, e abre a programação online da instituição que, a partir de quinta-feira, será dedicada ao DocLisboa.

O acesso à versão filmada de "Virgens Suicidas" é gratuito e pode ser feito através de https://www.culturgest.pt/pt/programacao/virgens-suicidas-john-romao-RTP/

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