A peça “Bora lá laborar”, que o Teatro de Ferro apresenta de sexta-feira a domingo no Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém (CCB), Lisboa, interroga-se sobre por que motivo trabalhamos e para que serve o trabalho.

Direcionada para público maior de 12 anos, esta peça do Teatro de Ferro, segundo a apresentação, procura perceber por que motivo a vida da maioria das pessoas se organiza em torno do trabalho.

Outras questões que “podem interpelar qualquer pessoa”, mas que “em certas fases da vida nos desassossegam mais”, são a base deste espetáculo da companhia do Porto, que se apresenta em Lisboa este fim de semana.

“Construtor da subjetividade e organizador da sociedade”, o trabalho ocupa um lugar central no mundo humano, numa peça em que o labor é feito de “ideias, danças, músicas, palavras, canções, corpos, máquinas e tantas outras coisas”, lê-se na nota do Teatro de Ferro de apresentação da peça.

O processo de criação de “Bora lá laborar” começou há um ano na Fábrica das Artes do CCB e envolveu um pequeno grupo de jovens adultos que desde criança tem acompanhado a atividade do Centro Cultural.

Com duas récitas na sexta-feira, às 11:00 e às 14:30, e no domingo, às 16:00, a peça tem encenação, cenografia, dramaturgia e texto de Igor Gandra.

As letras das canções são de António Gil, a música de Fernando Rodrigues e as interpretações de Carla Veloso, Catarina Chora, Eduardo Mendes, Igor Gandra e Mariana Lamego.

A realização plástica do espetáculo é de Eduardo Mendes, o vídeo de LoTA Gandra, o desenho de luz de Mariana Figueroa e os figurinos de Marta Figueroa.

“Bora lá laborar” é uma coprodução Fábrica das Artes- Centro Cultural de Belém, Fundação Lapa do Lobo, Teatro Aveirense, Teatro Municipal da Guarda e Teatro Municipal de Faro.

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