O álbum, de duas horas e duração e 27 faixas, inclui uma longa lista de convidados especiais, entre eles Jay-Z, The Weeknd, Travis Scott e Lil Baby. No disco, também se destaca a presença, mais controversa, de Marilyn Manson, que é acusado de violação e abuso sexual e psicológico por várias mulheres, e de DaBaby, que recentemente fez comentários homofóbicos durante um concerto.

No décimo álbum de estúdio de West, Chris Brown, que se declarou culpado de abusar de Rihanna em 2009, aparece como compositor e letrista da canção "New Again".

O disco, que aborda temas religiosos e a vida pessoal agitada do artista, que mudou dramaticamente no mês passado durante as sessões de audição realizadas em Atlanta, Las Vegas e Chicago.

Alguns fãs do artista irritaram-se depois de DaBaby e Manson terem aparecido numa sessão de apresentação do álbum, em Chicago, na passada quinta-feira. O evento decorrer na varanda de uma casa improvisada, que tinha como objetivo recriar a casa onde o artista viveu durante a sua infância.

Kim Kardashian, que pediu divórcio de West este ano, pondo fim a uma união de quase uma década, também marcou presença.

Em Chicago, Kardashian alimentou as especulações de uma reconciliação, depois de aparecer com um vestido branco e um véu. Segundo vários relatos, tratou-se de um espetáculo puramente metafórico.

"Donda", nome da mãe do rapper e produtor, falecida em 2007, sucede a "Jesus Is King", vencedor do Grammy de Melhor Álbum de Música Cristã em 2019.

Kanye West, de 44 anos, apresentou um pedido legal para mudar seu nome pelo apelido "Ye".

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