O programa inclui a abertura da ópera “L’Hôtellerie portugaise”, de Luigi Cherubini, e a primeira obra de referência do neoclassicismo do século XX, a Sinfonia n.º1, de Prokofiev, que se conjuga com a Sinfonia N.º 104, de Joseph Haydn. No dia 28, é apresentado, no Museu dos Coches-Picadeiro de Belém e, no dia 29, no Teatro Thalia.

A OML é dirigida pelo seu maestro titular e diretor artístico, Pedro Neves, que é também maestro titular da Orquestra Clássica de Espinho. Doutorando pela Universidade de Évora, tendo como objeto de estudo as seis Sinfonias de Joly Braga Santos (1924-1988), Neves iniciou o seu percurso musical no Conservatório de Aveiro, onde estudou violoncelo com Isabel Boiça. Foi também aluno de Paulo Gaio Lima na Academia Nacional Superior de Orquestra, onde atualmente é professor, e, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, estudou com Marçal Cervera na Escola de Música Juan Pedro Carrero, em Barcelona.

Foi premiado no concurso da Juventude Musical Portuguesa e no Prémio Jovens Músicos. Estudou direção de orquestra com Jean-Marc Burfin, na Academia Nacional Superior de Orquestra, e com Emílio Pomàrico, em Milão. Entre 2006 e 2008, foi maestro assistente de Michael Zilm. Foi maestro titular da Orquestra do Algarve e maestro convidado da Orquestra Gulbenkian. Natural de Águeda, no distrito de Aveiro, colabora com o Sond’arte Electric Ensemble, tendo dirigido estreias de obras de compositores portugueses e estrangeiros, com o Grupo de Música Contemporânea de Lisboa e com o Remix Ensemble – Casa da Música.

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