Acompanhada da guitarra, que apelida do seu “terceiro braço”, Khyra inicia hoje o Criôl Fusion Tour 2023, apresentando-o como “a linguagem da música”.

“É um projeto que é a minha linguagem da música de Cabo Verde. Eu tenho muita influencia do blues, do jazz, da bossa nova e a minha interpretação, sendo autêntica comigo mesma, saiu-me assim. É uma fusão”, disse à agência Lusa.

Nesta fusão crioula serão interpretados “clássicos de Cabo Verde e não só”, como mornas, músicas do cantor e guitarrista cabo-verdiano Tcheka, do grupo inicial Voz de Cabo Verde e do Pantera.

Na agenda de Khyra já estão agendados concertos até 2025, passando naturalmente por Cabo Verde, país de onde é natural e que destaca pela qualidade da música.

“A música de Cabo Verde está a ser bem ouvida, bem interpretada. Sou da geração de instrumentos. Ensaiei com o Belimundo, estive sempre com o Pantera. Aprendi a tocar a guitarra e tive aquela paixão pela guitarra. A geração de hoje é a geração online, eles têm a música eletrónica – de que também sou muito fã, de combinar as coisas. Acho que estamos a ir bem. A fazer boas interpretações”, observou.

Sobre as suas origens, destacou “a maneira muito própria dos cabo-verdianos”, com “uma crioulidade muito própria, muito autêntica” que leva a que a sua música se destaque no universo da “espetacular” música africana.

Khyra Tavares vai ainda participar nas comemorações em Lisboa do Dia da Cultura e das Comunidades de Cabo Verde, que decorrerão no Centro Cultural de Cabo Verde.

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