O concerto, que se realiza às 18:30 no grande auditório do Centro de Cultural de Belém (CCB) e é transmitido pela RTP, marca o arranque oficial da presidência portuguesa, que decorre entre 01 de janeiro e 30 de junho.

Apesar de já anunciado quando da apresentação do programa cultural da presidência, a 15 de dezembro, só hoje o programa definitivo ficou fechado, segundo nota do Ministério da Cultura enviada à Lusa.

Organizado em homenagem a Amália Rodrigues, cujo centenário do nascimento se assinala, o concerto junta orquestra e fado e conta com a atuação da Orquestra Sinfónica Portuguesa, dirigida pela maestrina Joana Carneiro, dos fadistas Carminho, Ana Moura, Sara Correia e Camané, e da guitarrista Marta Pereira da Costa.

A direção artística é de Elisabete Matos, segundo a nota.

A programação cultural da presidência, tal como foi apresentada a 15 de dezembro, inicia-se em Lisboa, mas irá decorrer sobretudo em Bruxelas.

Lisboa irá também acolher a exposição “Europa, Oxalá”, realizada no âmbito do projeto Memoirs - Filhos do Império e Pós-Memórias Europeias, financiado pelo Conselho Europeu de Investigação.

Além da Fundação Calouste Gulbenkian, também o Africa Museum, em Bruxelas, e o Museu das Civilizações Europeias e Mediterrânicas (MUCEM), em Marselha, França, irão acolher a mostra.

Ao longo de 2021, estarão patentes em Bruxelas duas exposições, uma dedicada às Artes Visuais e outra à Arte Contemporânea, e duas instalações artísticas, de artistas portugueses.

“Tudo o que eu quero – Artistas portuguesas de 1900-2020”, com curadoria de Helena Freitas e Bruno Marchand, irá mostrar o trabalho de 41 artistas entre 26 de fevereiro e 23 de maio no Bozar, centro de artes na capital belga.

A mostra, que junta obras de artistas como Maria Helena Vieira da Silva, Lourdes Castro, Paula Rego, Ana Vieira, Maria Lamas, Graça Morais, Salette Tavares, Helena Almeida, Joana Vasconcelos, Maria José Oliveira e Leonor Antunes, entre várias outras, poderá ser visitada à distância, através da aplicação ‘online’ Google Arts.

No Parlamento Europeu estarão expostas obras da Coleção de Arte Contemporânea do Estado e da coleção de arte contemporânea do Parlamento Europeu, no âmbito da mostra “A Liberdade e a Europa: uma construção de todos”, com curadoria de David Santos.

O edifício Justus Lipsius acolherá a instalação de arte contemporânea e urbana “Commotion”, com curadoria de Alexandre Farto (Vhils), e que conta com a participação de 20 artistas.

Ainda no campo da arte urbana e contemporânea, o Edifício Europa irá acolher a obra "Caravela Portuguesa", de Bordalo II, que cria figuras com recurso a lixo e desperdícios.

Bruxelas será também palco da apresentação do espetáculo “By Heart”, criado e interpretado pelo diretor artístico do Teatro Nacional D. Maria II, Tiago Rodrigues, e que se estreou em 2013, em Lisboa.

A Cinemateca Royale, também em Bruxelas, irá acolher um ciclo, com 20 sessões, dedicado a cineastas portugueses emergentes, organizado em parceria com a Cinemateca Portuguesa.

A programação cultural inclui também, entre outros, concertos do maestro Rui Massena, em Roma, em janeiro, e da dupla Lina e Raül Refree, em Barcelona, em maio, e a exposição “Mundos da Lusofonia – Duo Borderlovers”, que será inaugurada no Luxemburgo, em maio.

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