A carreira de Uma Thurman está ligada a alguns dos maiores filmes lançados pelo produtor Harvey Weistein, como foram os casos de "Pulp Fiction" (1994) e "Kill Bill" (2003-2004).

A 4 de novembro, um vídeo com as suas declarações de 18 de outubro ao Access Hollywood sobre a onda de escândalos sexuais que começara há pouco tempo em Hollywood tornou-se viral: "Aprendi que quando falei a quente normalmente lamentei a forma como me expressei. Portanto, tenho esperado para me sentir menos zangada. E quando estiver pronta, direi o que tenho para dizer."

Esse momento parece ter chegado, pelo menos parcialmente: a atriz colocou uma imagem sua como Beatrix Kiddo, a sua personagem de "Kill Bill", para desejar um feliz Dia de Ação de Graças aos todos os seus seguidores no Instagram e manifestar a sua gratidão por todos os que têm "a coragem de defender os outros".

Uma Thurman acrescenta uma referência críptica que sugere também ter sido alvo de assédio sexual pois cita o hashtag #metoo, adoptado pelas vítimas dessas situações: "Disse recentemente que estava zangada e tenho algumas razões, #metoo, caso não pudessem perceber pelo olhar da minha cara."

Finalmente, o produtor Harvey Weinstein e seus "conspiradores perversos" ficam excluídos dos votos da época festiva. E acrescentou: "Fico contente por estar a ser lento — não mereces uma bala".

A atriz termina sugerindo que em breve ainda terá mais a dizer sobre o assunto.

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