“O ID No Limits anuncia uma data extra do formato original. A data de 24 de fevereiro junta-se às já anunciadas 25 e 26 do mesmo mês. O primeiro grande evento agendado para o arranque de 2022 conhece agora uma nova versão e decorre no Centro de Congressos do Estoril, em Cascais”, refere a promotora Live Experiences num comunicado hoje divulgado.

No comunicado, a promotora anuncia ainda uma série de novas confirmações para o cartaz do festival: Octavian, Branko, Greentea Peng, T-Rex, Tristany, Regula, Lon3r Johny, Sippinpurpp, Flaca, Jamz Supernova, Mynda Guevara, Xtinto e Soluna.

Anteriormente já tinham sido anunciadas as atuações de Rejjie Snow, Kelsey Lu, Coucou Chloe, Pedro da Linha e Dj Adamm.

O festival ID No Limits deveria ter acontecido em 13 e 14 de novembro de 2020, tendo sido adiado para 09 e 10 de abril deste ano, antes de ser remarcado para 25 e 26 de fevereiro de 2022, sempre devido às contingências provocadas pela pandemia da COVID-19.

Os bilhetes emitidos para os dias 9 e 10 de abril deste ano, assim como os da remarcação de 13 e 14 de novembro de 2020 “são válidos para a nova data (25 e 26 de fevereiro de 2022), não sendo necessário fazer a troca”.

O passe para o ID No Limits tem um custo de 40 euros, valor que vai aumentando à medida que se aproximam as datas do festival, atingindo no máximo os 65 euros.

O bilhete diário custa 40 euros.

Após praticamente dois anos sem os habituais festivais de música no modelo ‘pré-pandemia’, antevê-se um ano de 2022 de regresso à ‘normalidade’.

A partir deste mês, as salas de espetáculos e de cinema voltaram a poder ter ocupação a 100%, “com lugares sentados e/ou em pé”, segundo a orientação da Direção-Geral da Saúde (DGS) relativa à utilização de equipamentos culturais, atualizada em 05 de outubro.

O aumento da lotação das salas de espetáculos e de cinema para 100% já tinha sido anunciado pelo Governo, no âmbito na terceira fase do plano de desconfinamento, que teve início em 01 de outubro.

Entre abril e maio foram realizados quatro eventos-piloto em Braga, Coimbra e Lisboa, com plateia sentada e em pé, e com a realização prévia de testes de diagnóstico, gratuitos, aos espectadores, em colaboração com a Cruz Vermelha Portuguesa.

O objetivo destes eventos era definir, segundo o Governo, “novas orientações técnicas e a realização de testes de diagnóstico de SARS-CoV-2 para a realização de espetáculos e festivais”.

As conclusões dos quatro eventos-piloto ainda não foram divulgadas.

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