Não se sabe se falaram sobre o assunto durante a rodagem, mas Glenn Close e Amy Adams têm uma desilusão em comum: nunca ganharam o Óscar.

Glenn Close foi nomeada sete vezes, mais uma do que Amy Adams, o que faz delas as atrizes vivas mais vezes na corrida às estatuetas sem saber o que é serem chamadas para subir ao palco na cerimónia.

A experiência pode repetir-se com o novo filme de Ron Howard, "Lamento de uma América em Ruínas", de que a a Netflix divulgou as primeiras imagens.

Trata-se de uma grande aposta do estúdio para esta acidentada temporada de prémios dominada por cinemas fechados e adiamentos por causa da pandemia.

Baseado num best-seller autobiográfico de J.D. Vance, segundo a sinopse oficial a história arranca com o autor (Gabriel Basso), um antigo fuzileiro naval do sul do Ohio que frequenta a Faculdade de Direito de Yale, prestes a conseguir o seu emprego de sonho quando uma crise familiar o obriga a regressar às origens que tentou esquecer.

J.D. tem de lidar com a complexa dinâmica da sua família, originária da região dos Apalaches, incluindo a volátil relação que tem com a sua mãe toxicodependente, Bev (Amy Adams). Serão as recordações da sua avó (Glenn Close), a mulher resiliente e perspicaz que o criou, que darão a J.D. o alento de que precisa para aceitar a marca indelével que a família deixou na sua jornada pessoal.

"Lamento de uma América em Ruínas" fica disponível na Netflix a partir de 24 de novembro.

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