O realizador Ridley Scott reagiu finalmente às críticas ao seu novo filme "Casa Gucci" feitas pela família.

No centro do drama está a morte em 1995 de Maurizio Gucci, o herdeiro da famosa marca de moda, encomendada pela sua ex-esposa Patrizia Reggiani e executada por um assassino profissional.

“Estamos realmente desiludidos. Falo em nome da família", reagia Patrizia Gucci em declarações que se tornaram virais em abril após saírem fotografias da rodagem com o impressionante elenco liderado por Lady Gaga, Adam Driver, Jared Leto, Jeremy Irons, Salma Hayek e Al Pacino.

"Estão a roubar a identidade de uma família para ter lucro, para aumentar as receitas do sistema de Hollywood. A nossa família tem uma identidade, privacidade. Podemos conversar sobre tudo. Mas há uma fronteira que não pode ser ultrapassada", acrescentava esta prima em segundo grau de Maurizio Gucci.

Patrizia Gucci também arrasava o "vergonhoso" aspeto de Al Pacino como Aldo Gucci, que ajudou a expandir a casa de moda a nível internacional, e Jared Leto como Paolo Gucci, que contribuiu para a criação do famoso logotipo: "horrível, horrível, ainda estou ofendida".

Esta segunda-feira, Ridley Scott foi curto e implacável na rejeição destas queixas.

"Não me envolvo com isso. É preciso não esquecer que um Gucci foi assassinado e outro foi para a prisão por fuga aos impostos, portanto não me podem vir falar sobre ter lucro. Assim que se faz isso, passa a ser do domínio público", disse o cineasta de 83 anos ao programa Today da BBC.

"Casa Gucci" chega esta semana aos cinemas portugueses.

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