A Netflix vai apostar na produção de conteúdos em África para tentar entrar no continente que pode render mil milhões de novos clientes, tendo contratado a produtora queniana Dorothy Ghettuba para selecionar as melhores séries.
A produção de ficção portuguesa para televisão vive "um momento fantástico" e com alguma visibilidade internacional, mas precisa de uma maior participação dos distribuidores, para poder chegar a mais espectadores, afirmaram hoje produtores num debate em Lisboa.
O Ministério Público (MP) arquivou a queixa contra a jornalista Alexandra Borges apresentada por Filipe Cardoso, neto do fundador da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), e um dos visados na reportagem da TVI sobre alegadas adoções ilegais.